Há vinte e cinco anos, a Assembléia Geral proclamou o Dia internacional da Paz, (21 de setembro) como um dia de cessar-fogo e de não violência em todo o mundo. Desde então, a ONU tem celebrado este dia, cuja finalidade não é apenas que as pessoas pensem na paz, mas sim que façam também algo a favor da paz .
Para um número demasiado elevado de pessoas, no mundo de hoje, vivem prisioneiras da insegurança e do medo.
O Dia Internacional da Paz deve ser uma pausa para reflexão sobre as ameaças e desafios que enfrentamos. Em algumas partes do mundo, há a percepção de que as principais ameaças à paz e à segurança são as novas e potencialmente mais virulentas formas de terrorismo, a proliferação das armas não convencionais, a difusão de redes criminosas internacionais e as maneiras como todos estes problemas se juntam e reforçam mutuamente. Mas, para muitos outros habitantes do nosso planeta, a pobreza, a doença, a privação e a guerra civil continuam a ser as grandes prioridades.
A Festa da Paz, se firma como um evento que comemora e reforça a vivência da paz entre nossos munícipes, famílias, igrejas, organizações, etc.
Um discurso conhecido por nós como o Sermão do Monte. Proferido por Jesus ele diz:
“Bem-aventurados os pacificadores, pois serão chamados filhos de Deus.”
Mt 5.9
Para Jesus, os pacificadores é que são felizes. Ele nos ensina que não nos tornamos filhos de Deus por ser pacificadores, mas somos pacificadores porque somos filhos de Deus.
Precisamos de pacificadores em nossas famílias.
Precisamos de pacificadores em nossas igrejas.
Precisamos de pacificadores entre as nações.
Precisamos de pacificadores que levam a mensagem "paz com Deus"
Precisamos de pessoas que vivam em paz consigo mesmas.
Cada um de nós é chamado a ser um pacificador.
Este é um chamado para todo filho de Deus.